A Grande Diferença por Steph Ciciliatti

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Ruivo sem tinta – Testando Henna Surya

Lá se vão uns bons oito meses ruiva, e quem diria… Continuo firme e forte, sempre variando o tom, por que a vontade de experimentar todos os produtos e nuances de ruivos é maior que tudo.Com isso, veio a minha vontade de testar as henna. Que são produtos naturais e que colorem.

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E um dos produtos que eu sempre quis tentar, são as henna com nuance ruivas. Essa marca surya tem O Vermelho, cobre e o acaju. Como o cobre estava em falta, resolvi comprar o acaju pra ver. Já sabia que ele daria uma avermelhada a mais no meu fim, e aproveitei que meu cabelo estava dourado de tão desbotado e joguei henna na cabeça.

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Primeira vez que uso esse tipo de produto. Existem duas versões da Henna Surya, a em creme e a em pó, que foi a que eu comprei.
Dos benefícios da Henna, o maior é colorir sem detonar o cabelo. Ela não tem amonia, chumbo nem nada. É totalmente natural e deve ser misturada com agua morna para dissolver.

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Não importa a cor, misturada com agua ela sempre vai ter essa cor de lama. E o cheiro é nojentinho. Um cheiro de chá bem forte. O que é compreensivel, pois ela é feita com plantas.

Quando você passa o cabelo, tem certeza de que não vai dar certo. Fica preto, parece terra que vai deixar seu cabelo marrom. É agoniante ter essa sensação+sentir o cheiro forte. Mas eu juro, dá certo.
É recomendado passar após lavar o cabelo, mas eu usei ela com o cabelo sujo e lavei com shampoo depois. Só não usei condicionador, por que ele forma uma camada que não deixa o pigmento fixar no fio. Aguardei os 45 minutos e lavei.

Qual foi a minha surpresa?

henna-surya-acaju-pó Deu certo! Não só deu certo, como ficou um tom de cobre bonito e tratou meu cabelo. O mesmo cabelo, seco naturalmente, sem escova nem chapa, ok.

Meu cabelo ficou muito mais macio e menos seco. E duas semanas depois, a cor ainda está bonita.

henna-desbote2Tá uma coisa de louco esse tom, se a acaju deixou lindo assim, imagine o que a Cobre é capaz de fazer.
Estou pensando seriamente em tonalizar SEMPRE com Henna, além de ser baratinha (custou 13 reais), a cor dura muito e o cabelo fica super macio.

AH, vale lembrar que para o pigmento da henna pegar no seu cabelo, ele deve estar claro. Henna Surya não é uma coloração e não abre tom.

Henna Surya, é aqui que declaro meu amor por você. Pena que não tem pra vender aqui na cidade.

Quem já usou henna? Conte pra gente.

 

Os melhores looks e makes no Grammy 2014

Ontem rolou meu red carpet favorito, o do Grammy. Sendo sincera, acho premiação de musica muito mais divertida e normalmente as pessoas se vestem de maneira mais colorida.
Teve muito look lindo com make sem graça. E muita make maravilhosa com look nhé. Separei os looks mais legais combinadinhos com a maquiagem e vim mostrar a vocês.

56th GRAMMY Awards - Press Room

Nem sempre eu vejo tanta graça na Bey, e ontem foi um desses dias. Esse tipo de vestido é bonito, mas acho forçadão (palavra que não não entende nada de tendencia internacional, bjs), mas a maquiagem está maravilhosa e mesmo a falta de um delineador ali, o batom escuro deixou tudo lindo e harmonioso.

56th GRAMMY Awards - Press Room

Taylor sempre tediosa, bati o olho no look e achei parecido com luva que açogueiro usa para não cortar a mão. Porem a maquiagem ficou muito linda e vale o destaque aqui.

56th GRAMMY Awards - Press Room

Aqui é que a coisa começa a melhorar. O Vestido de entrada da Katy todo mundo comentou, mas eu preferi muito mais esse. Com a mesma make do red carpet, só com um batom mais escuro. DIVOU KATIA!

56th GRAMMY Awards - Press RoomÊta véia que sempre causa. Achei o look da Madonna ousado. Ainda mais com o chapéu. Alias, esse modelo de chapéu tem feito a cabeça (literalmente) da galera. Tem pra vender na Miniminou com preço amigo.

 

56th GRAMMY Awards - Press RoomMelhor look sim ou sim? Enquanto a galera estava preocupada com vestidos de efeitos cheio de mimimi, Kelly chegou e sambou com seu preto com ombro bordado e decote nas costas. ME ADOTA KELLY! Make com delineado gatinho de sempre e batom forte, marca dela.

 

56th GRAMMY Awards - Press RoomJunto com o look da Kelly, está o look da Rita Ora. Já posso encomendar esse tecido holografico pra fazer minhas leggins da academia? (ñ? ah, ok). O tecido brilhava verde com nuances roxas, e a maquiagem da danada foi perfeita. No meu tom de roxo favorito.

56th GRAMMY Awards - Press RoomDestaque para a gostosa da Mari Lambert e a mais gostosa ainda Cindy Lauper, com seus looks pretos maravilhoso. O que era essse bordado lindo no vestido lindo da Mari? E essa gola rica da Cindy?

Espero que o proximo red carpet supere ainda mais nossas expectativas.
Qual seu look favorito?

 

Dez “defeitos” de American Horror Story Coven

Eu sou a maior entusiasta de American Horror Story, desde a primeira temporada. Já fiz a lista de 10 motivos para amar American Horror Story aqui no blog (não viu? Acesse.) Mas acabei de topar numa lista de 10 defeitos da temporada Coven no Box de Series e estou dividida. Por mais que a temporada seja bem interessante, com personagens legais, senti a coisa bem fraca nos últimos episódios (E o Kyle não apareceu).

Veja a lista de “10 defeitos da temporada de American Horror Story Coven”

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01. Todo mundo é assassino, mas beleza!

Tudo bem que o nome da série é American Horror Story e, em praticamente toda história de horror, alguém é assassinado, mas em Coven o negócio é que todo mundo é assassino também. Fiona mata Madison, Madison mata Kyle, Kyle mata sua mãe, Zoe mata Spalding, Myrtle mata os outros membros do conselho, Misty Day acorda crocodilos que matam dois homens, Delphine mata, bem, muita gente, Queenie mata um sem-teto, Joan mata seu marido e filho, Marie ajuda a matar Nan, Nan mata Joan… bem, você entendeu, né?

Todo esse “mata-mata” acaba abrindo uma questão: para quem a gente “torce”? E pior: quem é o vilão” da história? Ao colocar todos os personagens na mesma situação, o roteiro acaba igualando de maneira bastante rasa todos eles, como se todos fossem iguais, nem melhor, nem pior, nem mais poderoso ou perigoso… E como qualquer um mata o outro a qualquer momento sem um pingo de culpa, a coisa beira o ridículo.

 

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02. Queenie transa com um minotauro e isso é esquecido

Este é um problema recorrente em todas as temporadas de American Horror Story. Muitos plotssão mostrados, mas poucos são realmente explorados. Só para citar um caso, o episódio de Halloween de Coven trouxe zumbis, uma homenagem ao filme Evil Dead e, mais importante, Queenie seduzindo um Minotauro e transando com ele.

A coisa foi bizarra, mas teria sido perdoada se tivesse um propósito. Mas como muitos outros enredos na série, este evento nunca mais foi citado ou teve qualquer consequência, exceto a personagem ter ficado de cama por um episódio. É como se nunca tivesse acontecido, o que nos leva a pensar que muita coisa que vemos na telinha parece ser escrita apenas para chocar ou porque dá uma ótima cena, visualmente falando.

 

 

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03. Todo mundo morre e volta a vida

No início desta temporada, quando um personagem morria, os fãs ficavam chateados pela perda e apreensivos com o futuro da trama. Agora, ninguém mais liga, porque todo mundo voltará a vida mesmo. O que era uma ideia interessante se tornou motivo de piada e uma repetição chata e desnecessária. American Horror Story: Coven até parece um procedural, mas ao invés de “caso da semana”, temos o “ressuscitado da semana”.

Este “círculo da vida” acaba impedindo que a trama se desenvolva, afinal qual a razão de, por exemplo, Myrtle ter retornado dos mortos? O que sua volta trouxe de novo para trama? Ao transformar algo fantástico em um evento corriqueiro, a série tirou a graça e o impacto da coisa.

 

 

 

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04. Desperdício de participações especiais

Primeiro foi Patti LuPone no papel de Nora. Quando ela se mudou para a casa ao lado como uma religiosa manipuladora, esperávamos que ela declarasse guerra às vizinhas bruxas, um verdadeiro revival dos tribunais de Salém, e provocasse uma disputa para saber quem era a bitch mais bitch da vizinhança. E o que aconteceu? Praticamente nada! Descobrimos que a suposta santa assassinou o marido (e depois o filho) e acabou morrendo nas mãos de Nan. Qual era mesmo o propósito da ter Patti na série?

E então foi a vez de Stevie Nicks dar as caras em Coven como uma bruxa velha amiga de Fiona que ela usa para convencer Misty Day de que é a nova Suprema apenas para matá-la caso ela realmente seja. A cantora e compositora chega, canta – em um momento Glee totalmente desnecessário na série - e vai embora sem deixar saudades.

Assim como Patti, a única razão de Stevie estar ali é a vontade de Ryan Murphy em trabalhar com suas “ídolas”.

 

 

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05. Fiona é uma psicopata e ninguém está nem aí

Quando Fiona matou Madison, todo mundo ficou chocado, não só pela morte da garota, mas porque Fiona se mostrou uma psicopata – afinal no mesmo episódio, foi mostrado que ela havia matado sua mentora anos antes da mesma maneira. Quanto mais conhecíamos Fiona, mais percebíamos o quão implacável e diabólica ela era.

O problema é que, um tempo depois, todo mundo descobre o que ela fez e a regra é clara: bruxa que mata bruxa queima na estaca… mas não é bem isso que acontece com ela. Ao invés disso, elas tentam fazer com que Fiona se mate. E quando a bruxa não o faz, o que acontece? Nada. Até Madison, que – surpresa! – voltou a vida, não se preocupa em dividir a casa com a mulher que a matou. As outras bruxas muito menos. Nem sua filha parece se importar muito com os “hábitos” da mamãe.

Tudo bem que temos que acreditar em bruxas e outras criaturas fantásticas para acompanhar a trama de Coven, mas daí a aceitar que geral está super tranquila morando com uma mulher que já aprontou horrores e todo mundo sabe que mataria qualquer uma para continuar no poder, é meio demais, né?

 

 

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06. Cadê magia?

A temporada é sobre bruxas, certo? E o que as bruxas fazem? Magia. Mas cadê ela?

Claro que não esperávamos nada do tipo Harry Potter com todas agitando suas varinhas umas contra as outras – mas queríamos ver vudu, feitiços e poções e, até agora, Coven está muito mais focada em assassinatos, traições e uma batalha para saber quem é a mais poderosa.

Se a questão central da trama – ou o que parece ser – é saber quem será a nova Suprema, elas não deveriam estar fazendo cada vez mais feitiços? Nos primeiros episódios, até tínhamos mais magia na tela, mas agora os únicos truques mostrados parecem ser bater portas.

 

 

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07. A “conveniente” doença de Fiona

No início da série, a personagem de Fiona tinha um segredo: ela tem câncer. Conforme uma das outras bruxas ficava mais forte e mais perto de se tornar a próxima Suprema, ela ficava mais fraca e doente. Até aí, tudo certo. O problema é que seu câncer vai de um extremo a outro quando é conveniente para a trama.

No episódio em que as outras bruxas a atormentam, tentando fazer com que ela se suicide, Fiona está praticamente a beira da morte. No próximo, ela aparece viva e bem. E isso aconteceu diversas vezes. Se os roteiristas precisam que ela esteja bem e botando para quebrar, eles fazem isso. Se no minuto seguinte, é necessário mostra-la fraca e rastejando, não tem problema, eles vão lá e colocam isso na trama. E que se dane a continuidade.

Mais uma vez, sabemos que se trata de ficção, ela é uma bruxa, coisa e tal, mas se você se mete a escrever sobre uma doença humana, e uma doença grave, o mínimo de realismo se faz necessário. Mostrá-la a beira da morte e logo depois super bem é ridículo e até um desrespeito com quem tanto sofre com este mal.

 

 

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08. Cordelia virou uma idiota

 

Sarah Paulson matou a pau em Asylum e todos sentimos saudades de Lana Winters. Obviamente, depois de um papel tão bom, era de se esperar que sua Cordelia Fox não fosse essa Coca-Cola toda. E foi assim que tudo começou. A filha de Fiona era quieta, reservada e intrigante, passando um bom tempo mexendo com poções e plantas, enquanto trabalhava como diretora da escola de magia e bruxaria de Hog… digo, a escola em Nova Orleans. Ficamos sabendo também que ela era casada com um humano e lutava para ficar grávida.

 

Então, ela fica ainda mais interessante quando leva uma tigela de ácido na cara e começa a ver os segredos das pessoas. Em um clã cheio de bitches, taí um poder que vem muito a calhar. Ao perder a visão, Cordelia começa a “enxergar” seu mundo de uma maneira muito mais clara e sai da postura de “coitadinha” para tomar o controle e trama até a morte da própria mãe.

 

E quando a gente já estava prestes a colocar Lana Winters para trás, os roteiristas curam a personagem e a transformam numa idiota chorona e fraca. Pior: no último episódio, ela arranca seus olhos fora. Assim como o plot da ressurreição, Cordelia está andando em círculos, como um cachorro correndo atrás do próprio rabo sem razão aparente. Um baita desperdício.

 

 

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09. Falta de direção dos personagens e tramas

Logo no primeiro episódio de Coven, o personagem de Evan Peters morre e, logo depois, volta a vida como uma espécie de Frankestein. Para que mesmo? Também no começo da temporada, a bruxa interpretada por Taissa Farmiga mata um garoto ao transar com ele… Nos episódios seguintes, ela faz mais uma vítima, mas a questão não é levada para frente. Já citamos o caso entre Queenie e o Minotauro, a perda/recuperação/perda de novo de visão de Cordelia e as participações especiais que também não deram em nada, certo?

Pois é, Coven é isso. Um monte de tramas sem desenvolvimento, personagens que não evoluem e referências jogadas ao léu. Afinal, qual é a trama principal da série? A guerra entre bruxas “brancas e negras”? Saber quem é a próxima Suprema? A luta contra a tal irmandade/sociedade/instituição anti-bruxas pela sobrevivência? Todas e nenhuma das anteriores ao mesmo tempo.

A trama principal parece ser a vontade dos Srs Ryan Murphy e Brad Falchuk de fazer algo visualmente deslumbrante/exótico/assustador/chocante e falhar vergonhosamente em todas as tentativas por conta de um roteiro mal costurado que não tem a menor preocupação em contar uma história coerente e coesa.

 

O item 10 da lista eu achei bem desnecessário. AHS COVEN tá aí pra mostrar a história das mulheres de Salém, caso queira ver o item 10, clique aqui.
A gente espera que os ultimos episódios sejam Badass do jeito que a gente ama e o Ryan dê um final digno a essa joça toda.

Quem mais ama American Horror Story?

 

Hora da preguiça – Para retirar maquiagem pós balada

E quando a gente chega balada ás 5 da matina e bate aquele dilema da vida moderna “Dormir de maquiagem, acordar como um panda e morrer com a pele caída, ou criar coragem e demaquilar o rosto todo?”
Quem nunca, né.

Eu nunca dormi de maquiagem, por mais sem vergonha preguiçosa que eu seja. E vou contar meus segredo para vocês. Eu uso produtos que deixam o processo mais rápido.

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Lenços 3 em 1 de limpeza da Nivea – Mousse de limpeza da Nivea – Demaquilante Bifásico Nivea

Lenço de limpeza 3m 1: Sempre quis usa-los, mas não tem a venda aqui na cidade. A Nivea me mandou e desde então eu só retiro a maquiagem com ele. Além de ter um cheiro bem gostoso, a toalhinha é bem grossinha e retira bastante maquiagem. A embalagem é pratica e pode ser levada na bolsa. Vem com 25 lenços e o preço médio é de R$23,00

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Mousse de limpeza: É um liquido que sai por uma bomba e se transforma em mousse. Uma espuma super cremosa. A mágica começa aí. Ele não serve para demaquilar, mas sempre uso para limpar o rosto após usar o lenço. Ele é adstringente e deixa a pele super limpinha. Preço médio: 23,00

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E para mostrar a eficiência dos meus dois produtos favoritos da Nivea, os comparei com o demaquilante da marca:

limpeza-maquiagem-nivea2 limpeza-maquiagem-nivea3Dá para ver que o lenço remove muito mais a maquiagem. E sem esforço.
Sou apaixonada pelo mousse e pelo lenço, mas na questão praticidade, o lenço ganha, por que o mousse tem que ser enxaguado.

Já bate um mini desespero, por que logo eles acabam e não tem para vender aqui na cidade. Mas valem o investimento, viu. Economizam tempo e limpam muito bem.
Já experimentou algum deles? Conte pra gente.